
Cair no chão, machuca. Se arranhar, se cortar, bater-se em algo, tambem, mas se cura rápido, e as vezes nem cicatrizes sobram pra mostrar o que ali uma vez tinha. Simplesmente some, desaparece, não existe mais. Ah, que dera que fosse assim com as feridas do coração, da alma. Minha alma sangra, e de meus olhos saem cristais, cristais que ao rolarem pelo meu rosto, queimam, ardem, e cortam a tira gosto, com vontade, só pra me ferir mais.
Mas não há o que fazer, a não ser deixar passar, e lutar pra que de algum jeito melhore. As vezes, aparecem pessoas, que até podemos denomina-las anjos. Anjos que nos ajudam a curar a alma, fechar as feridas do coração, e fazer você sorrir novamente, mas as vezes a gente se engana, e da mesma forma que esse “anjo” curou e ajudou a cicatrizar, ele pode destruir tudo, furar seu coração, destruir sua alma, e tirar o sorriso do seu rosto, com apenas um ato. Partir. E tudo voltou como era antes. Tudo pareceu sem vida, sem razão nenhuma. Eu não vivia mais, apenas sentia a dor. Eu já não sentia a dor, não sentia mais nada. E diferente de antes, ninguém apareceu e pra falar a verdade não importa. Simplismente não faz diferença.
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